Escondida na minha choupana, nos caminhos que serpenteiam na verdura da minha montanha/paraiso, onde a saudação dos pássaros me anunciava a hora de começar o dia...
Perdida na tranquilidade da natureza, onde o tocar do tambor consolava pelo excesso de paz, nesse sorridente, belo e doce vale, entre os companheiros meigos e mudos da minha silenciosa solidão: o meu cão e as minhas filhas miudas.
A realidade do quotidiano (a minha realidade) não conhecia nada, além do bom senso que me era legado por esse Deus, que eu alcançava, interpretando-o como fogo, chuva, trovão, ou mesmo sol, mas com o Qual eu vivia em harmonia.
Fosse esta uma interpretação bárbara, era esse o meu Credo, era essa a minha vida.
Vera Lucia
Para a minha querida amiga Manikara
Perdida na tranquilidade da natureza, onde o tocar do tambor consolava pelo excesso de paz, nesse sorridente, belo e doce vale, entre os companheiros meigos e mudos da minha silenciosa solidão: o meu cão e as minhas filhas miudas.
A realidade do quotidiano (a minha realidade) não conhecia nada, além do bom senso que me era legado por esse Deus, que eu alcançava, interpretando-o como fogo, chuva, trovão, ou mesmo sol, mas com o Qual eu vivia em harmonia.
Fosse esta uma interpretação bárbara, era esse o meu Credo, era essa a minha vida.
Vera Lucia
Para a minha querida amiga Manikara
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