Minha vida se inunda em lágrimas da dor que cobre o meu espírito.
O desespero me tomou por inteira me sufocando numa dor destruidora.
Tento encontrar uma saída, mas todas as portas se fecharam
e não existem janelas entre as grades desta prisão.
O tormento dá suas badaladas durante a madrugada...
Fecho os meus olhos para não ver...
mas ouço, sinto, toco profundamente as sensações dispersas pelo ar.
Minha vida?
Já não existe mais vida em mim, nem esperança de me libertar,
sair do caos e da infelicidade que me cercam.
Agora no lugar das lágrimas derramarei sangue lentamente...
para saborear, como um doce vinho, a minha morte.
Ou se o leitor não gostar de ver sangue, beberei meu veneno devagar
e cairei morte em instantes.
O desespero me tomou por inteira me sufocando numa dor destruidora.
Tento encontrar uma saída, mas todas as portas se fecharam
e não existem janelas entre as grades desta prisão.
O tormento dá suas badaladas durante a madrugada...
Fecho os meus olhos para não ver...
mas ouço, sinto, toco profundamente as sensações dispersas pelo ar.
Minha vida?
Já não existe mais vida em mim, nem esperança de me libertar,
sair do caos e da infelicidade que me cercam.
Agora no lugar das lágrimas derramarei sangue lentamente...
para saborear, como um doce vinho, a minha morte.
Ou se o leitor não gostar de ver sangue, beberei meu veneno devagar
e cairei morte em instantes.
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